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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Código Brasileiro de ética na escalada


Este código de ética foi discutido no 1º Seminário Paranaense em março de 1993, e levado para discussão no 1º Congresso Brasileiro de Montanhismo realizado em Curitiba em Julho do mesmo ano.

1- Dos Pontos De Segurança (Grampos Fixos ou Chapeletas)

* Durante uma conquista deve ser observado o posicionamento dos pontos de segurança, de modo que em hipótese alguma de queda, o escalador toque o solo, arestas ou saliências, representando perigo à sua própria integridade;
* É proibida a adição de pontos de segurança em escaladas já conquistadas, sem autorização dos conquistadores;
* Em caso de regrampeação os escaladores não possuem poder algum para descaracterizar qualquer rota, transferindo a original proteção dos pontos de segurança, de acordo com o artigo primeiro anterior;
* A utilização de dupla proteção nos pontos de parada é um fator que diminui a ocorrência de acidentes e deve ser sempre observada;
* Sempre que possível os pontos de rapel devem ser comuns à varias escaladas;
* Os pontos de segurança estão sujeitos às intempéries e devem merecer constantes observações todo início de uma escalada;
* Um ponto de segurança visivelmente mal colocado, deve ser evitado e informado à União Local de Escaladores para a sua substituição de acordo com o artigo segundo deste;

2- Do Meio Ambiente:

* Nenhuma escalada deve transgredir as leis de proteção ambiental. Todas as situações à parte devem ser discutidas pela União Local de Escaladores e decidido através de votação por maioria absoluta (50% mais um voto);
* Todo escalador é responsável pelo seu material e lixos;
* Todo escalador tem a obrigação de divulgar e conscientizar a proteção ao meio ambiente;

3- Do Material Móvel:

* Deverá ser utilizado material móvel sempre que possível, evitando-se o uso de pontos fixos ao lado de fissuras, fendas, rachaduras às quais seria óbvio o uso de materiais móveis;

4 -Ética e Estilo:

* Ética e estilo nunca devem ser confundidos, sendo que ética são regras que definem uma atitude ou postura diante do esporte e ao meio e é flexível de uma região para outra. O estilo faz parte das características de cada escalador, ilimitado e auto-justificado na relação de movimentos ao realizar uma escalada;
* Corda de cima, Hang Dog, Pink Point, Red Point e Solo, ficam classificados como estilo reservado de cada escalador que saberá definir seus limites, sendo porém mundialmente conhecido como melhor estilo o On Sight guiando;

5 -Da Conquista:

* Nenhum escalador possui o direito de reservar para si qualquer rota ou pedaço de pedra, somente se estiver colocando evidentes esforços para efetuação de seus objetivos, seja aproximação, ou colocação de grampos;
* Em caso da modificação das intenções o escalador tem a responsabilidade de expressá-las à comunidade local, deixando-a aberta a todos;
* Toda conquista deverá ser divulgada no catálogo que deve ser editado anualmente;

6- Da Graduação:

* Todo grau de escalada deve ser considerado On Sight;
* As graduações de artificiais devem estar dentro dos padrões, fator H e segurança ; expostos no catálogo local;

7- Da Moral:

* Todo escalador deve utilizar de sua liberdade, usufruindo de seu espaço respeitando o próximo;
* É considerado imoral marcar com magnésio rotas ou boulders, com intuito único de legitimar uma ascensão não executada;
* Todo escalador tem a obrigação de prestar auxílio em caso de eminente perigo;
* Todo escalador tem o dever moral de transmitir uma boa atitude em relação à montanha e à prática do esporte;

8- Do Equipamento, do Resgate ou Acidente:

* Todo escalador tem a obrigação de prestar auxílio técnico ou de primeiros socorros, quando assim lhe for pedido;
* Todo escalador é responsável pelo seu equipamento e manutenção do mesmo;

9- Conclusão Sobre o Código:

* Este código pode e deve ser alterado sempre que necessário e em consenso da União Local de Escaladores.
* Deverá ser respeitado por toda a comunidade e visitantes.

Fonte: Site Hang on

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Iniciando no Campismo

O PRIMEIRO ACAMPAMENTOPara diversas pessoas que nunca acamparam é comum dois tipos de conceitos: os que sonham em fazer um turismo mais selvagem ou rústico e os que querem distância do desconforto. Em ambos os casos a experiência do primeiro acampamento poderá ser bem diferente da primeira idéia que se foi idealizada. Aos que garantiam que o campismo é desconfortável, serão surpreendidos por um conforto fenomenal de alto grau de contato com a natureza, além da comodidade dos equipamentos cada vez mais modernos. Por outro lado, aos que esperavam maravilhas, poderão ser vítimas de imprevistos se não houver um bom planejamento da viagem.

Primeiros passosÉ comum entre os “marinheiros de primeira viagem”, na hora da aquisição dos equipamentos, a preocupação com objetos clássicos. São esses, além da barraca, os cantis, canivetes suíços, lanternas, sacos de dormir e alguns outros. Realmente esses equipamentos são bastante importantes, porém há de se pensar em outros objetos também indispensáveis em um acampamento. Lembre-se que você irá precisar de produtos de higiene pessoal, primeiros socorros, pratos, talheres, panelas, sal, açúcar e etc. Imagine-se em um paraíso natural, mas não se esqueça das coisas que fazem parte do seu dia a dia e que não serão tão diferentes assim em seus dias de acampamento. Faça um inventário de tudo o que for precisar, o que vai fazer e como será a sua rotina nos dias de lazer e diversão.
Ao adquirir seus apetrechos, saiba avaliar a necessidade além do custo e da estética. Hoje em dia, há muita tecnologia envolvida e há diversos tipos e modelos, um para cada tipo de pessoa, tamanho, temperatura e relação durabilidade/praticidade. Ao escolher uma barraca,atente para cada um dos três tipos principais. Dentre cada um deles, avalie o material, e principalmente o número de pessoas que estes comportam. Leve em conta que as fábricas colocam o número de pessoas por área mínima, ou seja, as pessoas teoricamente se dispõem apertadas e sem espaço para outros pertences, como bolsas e mochilas. Lembre-se de que você possui roupas, e outros acessórios que não poderão ficar de fora.Da mesma forma, avalie as relações custo, benefício e uso dos outros acessórios: Sacos de dormir possuem modelos para cada tipo de temperatura e região; fogareiros podem ser grandes e confortáveis ou pequenos e fáceis de carregar; Colchonetes são baratos e volumosos e colchões infláveis mais caros e compactos em viagem. O mesmo acontece com todos os demais equipamentos.Não se esqueça de levar em conta o tipo de transporte que será utilizado na primeira viagem: Carro, ônibus, moto, bicicleta, trilha e etc. Em qualquer um deles é possível fazer um acampamento de sucesso.Depois de adquirir todos os equipamentos adequados com suas necessidades, é hora de testá-los e escolher o destino de sua primeira viagem. É importante testar todos os seus equipamentos no seu domicílio, começando pela barraca. Monte-a em sua casa mesmo que seja no meio da sala. Verifique se está completa, se não faltam alguma varetas (estrutura), amarras e principalmente espeques. Verifique também se todas as coberturas estão presentes. Faça o mesmo com o restante dos equipamentos. Se você tem dúvidas quanto ao seu equipamento, ou de qual adquirir, consulte as nossas dicas de acessórios aqui no MaCamp.Para sua primeira viagem escolha uma localidade próxima. Previna-se com a previsão do tempo. As grandes chuvas costumam ser o grande terror dos principiantes, tornando-se muitas vezes verdadeiros traumas, apesar de serem apenas um contratempo. Procure um camping com boa infra-estrutura. Você não precisa se aventurar no meio do mato de primeira. Aproxime-se de campistas experientes, pois estes lhe darão dicas valiosas para um bom acampamento.
AcampandoNo camping, estenda uma lona no chão para proteger o piso da barraca contra pedras, raízes e objetos cortantes. Não deixe que partes da lona sobrem para fora do piso da barraca, pois em caso de chuva a água escorrerá para a parte inferior do piso, obrigando você a secá-lo na hora de ir embora. Se for acampar em locais frios, coloque uma camada de jornal ou papelão no chão, pois eles irão isolar o colchonete do frio e impedirá que a umidade da terra passe para dentro da barraca. E acredite, molha mesmo! Comece a montar sua barraca estendendo o piso sobre a lona e prenda as quatro extremidades com os espeques correspondentes. Estique bem. Prepare as varetas e prenda-as ao dormitório como for receitado em cada uma das diferentes barracas. Depois do dormitório, é a vez de prender a cobertura. É importante colocar todos os espeques e prender todas as amarras que a barraca possui, pois apesar de às vezes não parecerem necessárias, em caso de ventania, o equipamento poderá rasgar. É importantíssimo que o pano externo nunca se encoste ao interno, pois a água passará para dentro causando um enorme incômodo. Para terminar, estenda, se for possível, uma lona de cor clara por cima. Isto irá aumentar a vida útil da sua barraca, principalmente se esta for do tipo iglu. Para amarrar lonas ou outras coberturas, você poderá utilizar cordas do tipo sisal. São cordas baratas e se deixadas na natureza, são decompostas rapidamente e sem agredi-la.Escolha o local sempre com boas sombras. Procure analisar a natureza a sua volta e seus componentes mais próximos. Estude o caminho do Sol para maior comodidade. Em campings, procure evitar locais muito próximos dos banheiros, entrada/saída e pavilhões de lazer. Leve sempre consigo panos para limpeza e cordas. Certamente serão úteis.

Comportamento

Um “som” é muito bom, mas procure entender que seu vizinho pode não ter o mesmo gosto musical que o seu ou então procura silencio e tranqüilidade. Dose bem o volume e os horários desses “barulhos”. Em locais de preservação de fauna e muito retirados, em datas comemorativas, evite fogos de artifícios. Os animais locais se assustam por não estarem acostumados, levando o ecossistema a um impacto muito forte.
Acomode seus pertences dentro da sua barraca e monte os equipamentos como melhor lhe convier. Deixe sempre o fogareiro e botijão longe das lonas. São materiais facilmente inflamáveis. Evite também as lonas pretas, pois estas absorvem muita luz solar, convertendo-os em calor na parte abrigada além de apresentar um péssimo aspecto ao ambiente campista.Tenha completo asseio aos banheiros coletivos. Deixe sempre limpo o espaço por você utilizado pensando no uso do próximo e de crianças. Acesse os banheiros sempre calçando chinelos, pois são locais de grande concentração de bactérias. Faca bom uso dos lava-pratos e recolha todos os resíduos sólidos do ralo, jogando-os no lixo.Isso e muito mais você irá aprender ao longo dos seus maravilhosos dias de campista. Com certeza estas primeiras dicas ajudarão em seus feriados e férias.Algumas pessoas têm o campismo como dias de terror uma vez passados, exatamente pela falta de programação e organização. O campismo é muito confortável, mas bem diferente de férias em hotéis ou casas de veraneio. Quando o campismo é adorado pelas pessoas, se torna muito melhor. Questão de opinião... Faça a sua avaliação e boa viagem...

Trilhas de Ubatuba

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Trilha do Corcovado -
Procurada o ano inteiro por praticantes de trekking, conta com aproximadamente 1160 metros de altitude. Tem início nas imediações da Praia Dura até o sertão do Bairro do Corcovado. Depois é mata fechada e terreno íngreme. A maior parte do percurso é feita em área de reserva, monitorada pelo Parque Estadual da Serra do Mar. É obrigatório o acompanhamento de um monitor de ecoturismo. Percurso da caminhada de aproximadamente 15 km.

Trilha do Corisco - Situada no Núcleo Picinguaba, no extremo Norte do município. Tem como ponto de partida a Casa da Farinha, em sentido a serra até o Ponto do Corisco, passando por uma fazenda abandonada, chamada Fazenda do Coronel. Pode-se ver muitos animais, uma figueira centenária e uma bela cachoeira. A duração da caminhada é de aproximadamente 6 horas.

Trilha da Cachoeira da Água Branca - Com 10 km de caminhada em meio a vegetação da Mata Atlântica, o início da trilha fica no Sertão da Quina. Conhecida também como "véu da noiva" devido a imensa queda d'água calculada em 300 metros de altura. É imprescindível o acompanhamento de um monitor de ecoturismo. Dificuldade moderada.

Trilha do Bonete - Tem início pela Praia da Lagoinha, ao Sul do município. A trilha é composta por 5 praias paradisíacas, cujo vilarejo caiçara oferece o prazer de se petiscar um bom peixe e se deliciar com o belíssimo visual da Ilha do Mar Virado. O tempo de caminhada é de 1:30 horas.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

SERRA DO MAR Part. Final

O QUEIJO CANASTRA

O produto típico mais importante da região é o queijo Canastra, artesanal e feito de leite cru. Produzido há mais de duzentos anos, ele é primo distante do queijo da Serra da Estrela, de Portugal, trazido pelos imigrantes da época do Ciclo do Ouro. O clima, a altitude, os pastos nativos e as águas da Canastra dão a esse queijo um sabor único: forte, meio picante, denso e encorpado. Desde maio de 2008 o queijo canastra é patrimônio cultural imaterial brasileiro, título concedido pelo IPHAN, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.


COMO CONSUMIR

O queijo Canastra deve ser consumido curado ou meio curado, com pelo menos uma semana de maturação. Com o passar dos dias, ele adquire uma bela cor dourada e vai enrijecendo de fora para dentro. É boa companhia para uma cerveja gelada, cachaça ou vinho tinto. Também é consumido fresco, com até 4 dias, quando se mostra branco e parecido – e até confundido – com o tradicional queijo Minas industrializado.

COMO CONSERVAR

O consumidor que levar o queijo para casa deve mantê-lo sempre em local fresco e ventilado. Para que a maturação seja perfeita, o queijo deve descansar sobre um prato ou uma tábua de madeira e ser virado uma vez por dia. O Canastra estraga se ficar fechado mais de um dia em sacos plásticos. Na geladeira, fica ressecado.

Antigamente, devido à precariedade dos transportes, o queijo ficava até 40 dias nas prateleiras dos produtores para depois sair em carros de bois ou no lombo de burros e cavalos para a distribuição. Hoje, o consumo é mais rápido e por isso pouca gente chega a apreciá-lo no ponto certo de maturação.


ONDE ENCONTRAR

Em São Roque de Minas, a produção mais confiável sai da Fazenda Agroserra, no km 2 da estrada para o Parque Nacional, e da Fazenda do Mário, no km 4,5 da Estrada da Cachoeira do Cerradão. Na Agroserra, que pertence ao presidente da cooperativa de crédito local, João Carlos Leite, é produzido também o Canastrão, de 7 a 8 quilos. Na Fazenda do Mário, é produzido o Canastrinha, queijo de meio quilo a seiscentos gramas. Lembre-se que se trata de um produto artesanal, feito de leite cru, sem qualquer controle sanitário na produção. Por isso, é importante o consumidor saber a procedência do queijo.


COMO É FEITO

Para produzir um queijo do tamanho tradicional, com peso de cerca de 1 kg e 300 g, são utilizados aproximadamente dez litros de leite.

Depois da ordenha, o leite é colocado num tambor onde recebe o coalho e o “pingo”, uma espécie de fermento líquido, extraído da produção do dia anterior. Depois de algum tempo, o leite talha e é retirado em porções de massa que são espremidas manualmente e colocadas em moldes redondos. Por cima da massa cuidadosamente compactada, vai o sal grosso. Por baixo da forma, o soro escorre finalizando um processo que dura 24 horas. então o queijo sai dos moldes e vai para uma prateleira arejada. Com exceção da ordenha, todo o ritual acontece na chamada “casinha de queijo”.

A maioria dos fazendeiros vende a produção para intermediários conhecidos como queijeiros. Uma pequena parte é consumida na própria região. Ultimamente, vários produtores fazem também uma venda direta aos turistas, obtendo melhores preços.

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PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO

Cerca de 80 por cento da produção de queijo Canastra é distribuída no Estado de São Paulo, especialmente na capital e Grande São Paulo. Um destino ingrato para um produto nobre: a maior parte vai parar na vala comum das fábricas de pão-de-queijo, misturada sem nenhum critério a queijos de variadas procedências. Outra parte vai para mercadinhos de segunda linha. Isso acontece porque, a rigor, o queijo Canastra é um fora-da-lei. No Brasil, oficialmente, é proibido produzir queijo de leite cru. As entidades de produtores tentam resolver esse problema através de um programa para adequar a produção a determinadas normas sanitárias, um sistema de certificação (pelo governo mineiro) e, futuramente, a uma denominação de origem controlada.

Com isso, os produtores esperam que a lei mude, tirando da clandestinidade o queijo Canastra e outros queijos artesanais.

Para chegar , os produtores da Canastra fazem intercâmbio até com uma ONG da França, país onde se fazem os melhores queijos artesanais do mundo e muitos deles também produzidos a partir do leite in natura. Há também o Programa de Melhoria do Queijo Minas Artesanal, lançado em 2000 pelo governo de Minas. Em conseqüência dele, o queijo do Serro, da Serra do Espinhaço (outra região produtora importante), foi declarado patrimônio cultural pelo IEPHAN, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. O queijo Canastra deve ser o próximo da lista.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, cinqüenta por cento de todo o queijo consumido no Brasil saem de Minas Gerais. Os quatro tipos principais são, por volume de produção: o Frescal, o Minas, o do Serro e o da Canastra. No projeto piloto da denominação de origem controlada, a região do Canastra engloba quatro municípios: São Roque de Minas, Medeiros, Bambuí, Vargem Bonita e Piumhi. A produção do Canastra chega a 3 mil toneladas/ano e o número de produtores passa de mil.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

SERRA DO MAR Part. 6

Caminhada Na Canastra - 3Dias


1º Dia (Sexta-feira) – SÃO ROQUE DE MINAS
Chegada a São Roque de Minas e check in no meio de hospedagem escolhido.

2º Dia (Sábado) – NASCENTE / CURRAL DE PEDRAS / CASCA D’ANTA
Após café da manhã, visita ao Parque Nacional da Serra da Canastra. Percorreremos o parque em veículo 4x4, conhecendo a nascente do Rio São Francisco, Curral de Pedras e Cachoeira Casca D'Anta Parte Alta, o maior cartão postal da região. Observaremos a paisagem no mirante e logo após, iniciaremos a caminhada de aproximadamente 3 km que leva até a parte baixa da Cachoeira Casca D'Anta. Será possível admirar a beleza da cachoeira Casca D'Anta (186 metros de queda livre) da sua base. Retorno pela mesma trilha de 3 km. Na chegada, retornaremos os 37 km até a cidade de São Roque de Minas e pernoite.
Nível de dificuldade da trilha: Moderada / Pesada
Duração diária do roteiro: 10 horas aproximadamente
Total de caminhada: 8 km
Total de traslado em 4x4: 78 km
Refeições inclusas no dia: Café da manhã, lanche de trilha.

3º Dia (Domingo) – RPPN CACHOEIRA DO CERRADÃO
Após café da manhã, visita á RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural da Cachoeira do Cerradão, uma das grandes atrações da região e a 6 km da cidade. Trilhas auto - guiadas com espécies da flora do cerrado sinalizadas, mirantes, nascentes, piscinas naturais e uma cachoeira espetacular com cerca de 200 metros em 3 lances. A RPPN é propicia para entender um pouco mais sobre o Cerrado e suas características únicas. Retorno ao meio de hospedagem escolhido e check out.
Nível de dificuldade da trilha: Leve / Moderado
Duração diária do roteiro: 4 horas aproximadamente
Total de caminhada: 3 km
Total de traslado em 4x4: 12 km
Refeições inclusas no dia: Café da manhã, lanche de trilha.

domingo, 18 de janeiro de 2009

SERRA DO MAR Part. 5

O U T R A S A T R A Ç Õ E S

NO PARQUE NACIONAL














Centro de Visitantes

Localizado a cerca de 500 metros da portaria 1 do Parque Nacional, o Centro de Visitantes tem auditório, pequena biblioteca, exposição de fotos, rochas e outros materiais. O material fornece boas informações gerais sobre o Parque Nacional da Serra da Canastra e outras unidades de conservação. Há também painéis com dados de pesquisas realizadas sobre a fauna e a flora no Parque. Um monitor do Ibama acompanha a visita e informa sobre as normas de visitação.

Nascente do Rio São Francisco

A nascente fica num lindo vale a 1300 metros de altitude e a 6 km da portaria 1 pela estrada que atravessa todo o Parque. Uma placa de pedra indica o lugar onde o "velho Chico" começa a longa viagem de quase 3000 quilômetros até o litoral do Nordeste. A nascente não está claramente definida, mas é formada por dois pequenos córregos que surgem no meio de um charco. É um lugar singelo, com um pequeno capão de mata, uma ponte de madeira sobre o rio e, além da placa, uma trilha de pedras que leva até o monumento erguido na época da criação do Parque: um cercado de pedras emoldurando uma estátua de São Francisco. Aos pés da imagem é reproduzida a famosa oração numa placa de granito.

Nascente do Rio São Francisco

Embora já incorporado à paisagem depois de décadas, o monumento tem gosto duvidoso, causa impacto devido à localização no meio do charco e já foi vítima de vandalismo. O crucifixo que havia numa das mãos da imagem desapareceu em 1999 e nunca foi reposto.

Curral de Pedras

É uma boa amostra de uma das tradições mais notáveis da Canastra: os muros de pedra construídos sem argamassa. Nesse caso, as pedras constituem um imenso e bem preservado curral de formas arredondadas e com dois ambientes, construído para manejo do gado. É um muro "drobado" (dobrado), com imensos blocos de pedra arrastados com a ajuda de carros de bois. Preste atenção à parte menor e mais redonda do curral, de construção perfeita, e aos interessantes mourões de pedra na entrada dele. Outro detalhe é o aproveitamento de um muro natural que economizou pedra e mão-de-obra na construção do curral.

Também conhecido como Retiro dos Posses (nome de família dos antigos proprietários), o Curral de Pedras é o que restou de um antigo "retiro", fazenda de uso temporário, geralmente no verão, quando o gado de leite era levado das partes mais baixas da serra o chapadão, planalto que caracteriza o alto da serra, onde desfrutava de melhores pastagens. Devido à destacada altitude em relação ao chapadão, o Curral de Pedras também é ótimo local para observação do pôr-do-sol.

Cachoeira Casca D’Anta

A maior atração da Canastra pode ser visitada pelo alto da serra ou por baixo, em ambos os casos com acesso relativamente fácil por estradas de terra. Na parte alta, a 38 km de São Roque de Minas, há o cânion que o rio São Francisco forma para descer a serra, 14 km após a nascente. Tem uma incrível seqüência de cachoeiras e piscinas naturais, algumas inacessíveis. Há um mirante de onde é possível avistar parte da queda principal, a imensa piscina formada embaixo e o curso do rio até a primeira curva rumo ao Nordeste. O desnível superior a 300 metros proporciona uma das mais lindas vistas panorâmicas da região. O local está todo sinalizado pelo Ibama e é fácil pegar a trilha de 3 km para ir até a parte de baixo. São cerca de 4 horas de caminhada, em média, para ir e voltar. Para iniciar a caminhada, assim como contemplar parte do cânion e chegar ao mirante, é preciso atravessar um córrego que pode ficar perigoso em dias de chuva.

Cachoeira Casca D'anta


Para chegar de carro à parte de baixo, o visitante deve seguir de São Roque de Minas até a portaria 4 do Parque Nacional, passando pela cidade de Vargem Bonita e pelo povoado de São José do Barreiro (distrito de São Roque de Minas), num percurso total de 40 km. Para ter a aproximação máxima da cachoeira, é preciso deixar o carro no estacionamento e caminhar cerca de 15 minutos por uma trilha no meio da mata ciliar. Preferia fazer a visita, tanto na parte baixa quanto na alta, o mais cedo possível. Em feriados, os dois lugares ficam superlotados depois das 10h00.

A Cachoeira Casca D’Anta tem queda livre de 186 metros. O nome vem da árvore Casca D’Anta (Drimys winteri) que, por sua vez, foi assim batizada porque que tem propriedades medicinais, cicatrizantes. Segundo os pesquisadores, a anta se esfrega no tronco da árvore para curar ferimentos superficiais.

Cachoeira dos Rolinhos, parte alta

Uma placa e um trevo indicam o caminho até a parte alta da Cachoeira dos Rolinhos, um dos lugares mais visitados da Serra depois da nascente e da Cachoeira Casca D’Anta. O percurso de 10 km, acidentado na época do verão, é também um ótimo passeio para quem quiser uma amostra completa da flora do Parque, com campos limpos, cerrado e matas de galeria. Com um pouco de sorte, o visitante verá também alguns dos animais típicos da região: tamanduá-bandeira, lobo-guará e veado-campeiro.

A Cachoeira dos Rolinhos, com cerca de 300 metros, é a maior da Canastra, mas é impossível avistá-lo da parte alta do Parque (para parte baixa ver Outras Atrações/Em Áreas Particulares). Mesmo assim, o lugar é de uma incrível beleza, a começar por uma cachoeira menor, formada cerca de mil metros antes, conhecida como do Colibri ou Rasga Canga. Há também várias piscinas naturais boas para banho e até mergulho livre. Em feriados prolongados, procure chegar cedo para não ser incomodado pelo excesso de gente. Importante: ao menor de chuva nas cabeceiras do rio, o local deve ser abandonado, principalmente se você resolveu fazer a trilha que leva da piscina natural até a parte baixa da Cachoeira Rasga Canga, já que é preciso atravessar o rio na ida e na volta.

Na parte onde começa propriamente a formação da Cachoeira dos Rolinhos, dependendo do volume d’água, o rio se divide em até 3 partes para despencar da serra. Quando ocorrem as "enchentes" (o equivalente äs trombas ou cabeças d’água), há uma quarta passagem conhecida como cachoeira seca. O lugar é muito bonito, porém perigoso, principalmente no verão, devido à necessidade de atravessar o rio. A direção do Parque Nacional proibiu o acesso a essa área.

Garagem de Pedras

A 43 km de São Roque de Minas, a Garagem de Pedras se destaca num mirante natural de frente para a serra paralela à Canastra, a Babilônia. Entre as duas serras está o imenso Vale dos Cândidos, nome emprestado da família proprietária da antiga fazenda onde está a garagem. A casa-sede da fazenda fica a cerca de 2 mil metros, no pé da serra, e foi restaurada para servir de abrigo a pesquisadores. O acesso de carro, quase impossível devido às pedras e à falta de manutenção, está proibido pelo Ibama.


Garagem de Pedras


A garagem foi construída para facilitar o acesso à fazenda quando os donos compraram o primeiro carro. Ao chegar à garagem, o dono soltava rojões e os empregados despachavam cavalos encilhados serra acima para que quem chegava não precisasse descer a pé.

São João Batista e Cachoeira do Jota

Localizado a 50 km de São Roque de Minas, 95 km de Araxá e 106 km de Sacramento, o distrito de São João Batista mantém características regionais bem preservadas. O pacato vilarejo é porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra – Portaria 2 e conta com duas belas cachoeiras, a Cachoeira da Gurita e a Cachoeira do Lava-pés. Além dos atrativos naturais, São João Batista foi ponto de passagem de diversos tropeiros ao longo dos séculos e ponto estratégico na colonização do Brasil Central, sendo possível observar na arquitetura de algumas construções um pouco mais desta história.

Portaria 3/Sacramento

A portaria 3, a 78 km de São Roque de Minas, é o acesso ao Parque Nacional mais utilizado por quem sai da região do Triângulo Mineiro. O trecho entre o trevo para São João Batista e essa portaria não tem atrações de destaque, mas vale o passeio para quem estiver interessado em maior observação da fauna e flora. Há longas extensões de campos rupestres com flores e trechos de um cerrado mais vigoroso. Como há menor circulação de veículos, aumentam também as chances de avistar animais.

EM ÁREAS PARTICULARES

Reserva Natural da Cachoeira do Cerradão

Clique aqui para acesso à home-page.

Capão Forro

Conjunto de cachoeiras e piscinas naturais ao pé da serra, a 5 km de São Roque de Minas. Acesso a partir da estrada do Parque Nacional, portaria 1. A origem do nome tem a ver com a época dos quilombos que existiram em toda a região da cabeceira do São Francisco. A palavra "forro" viria de alforria e "capão" significa mata. Tradução: mata do liberto ou do escravo livre. A área engloba 2 fazendas e há 2 trilhas principais: a que leva à Cachoeira do Mato e a Trilha da Picareta, que leva ao camping do mesmo nome, na Fazenda do Chico Chagas. Há outras duas cachoeiras mais próximas, de fácil acesso a partir da entrada principal. É o lugar mais freqüentado depois do Parque Nacional e em feriados às vezes fica cheio demais.

Cachoeira do Rolador

Área particular inabitada a 500 metros da portaria 1 do Parque. Os proprietários permitem acampamento no local, que possui várias piscinas naturais de pequena profundidade. Tornou-se um reduto de camping selvagem e às vezes o lugar fica superlotado. O nome vem de um acidente: uma caminhonete sem freios saiu da estrada nesse ponto e rolou ribanceira abaixo.

Poço das Orquídeas

A área pertencente à Cooperativa Agropecuária de São Roque de Minas é também conhecida como Lagoa dos Patos, uma referência a uma pequena lagoa que teria secado. O nome Poço das Orquídeas já é resultado das primeiras explorações eco-turísticas da região e faz referência à maior atração da imensa fazenda de quase 560 hectares: uma piscina natural arredondada, com praia de cascalho, pequena cachoeira e muitas árvores com orquídeas. A fazenda faz divisa com o Parque Nacional e o acesso é através da Fazenda Bicame (o nome significa bica d’água e é uma referência ao sistema de abastecimento da cidade de São Roque de Minas). A trilha até o Poço das Orquídeas passa pela formação rochosa conhecida como Pedra Gigante, vários mirantes e nascentes, tudo numa paisagem de campos limpos. Em dias de neblina, o passeio fica perigoso devido à possibilidade de desorientação.

Cachoeira do Antonio Ricardo

É conhecida também como Cachoeira dos Leite (isso mesmo, no singular, porque é nome de família, embora seja usado compreensivelmente também no plural). O mesmo nome do povoado rural pertencente a São Roque de Minas e de onde se tem uma bela vista da cachoeira. Fica a 25 km de São Roque de Minas via Estrada do Cerradão/Beira da Serra. Antonio Ricardo é um dos mais antigos e populares fazendeiros da região. A cachoeira, na verdade, são várias. A seqüência termina num cânion de imensas paredes de rocha que lembra um pouco o da Casca D’Anta. O acesso à cachoeira principal exige uma caminhada pesada, de aproximadamente 2 horas que deve ser feita sempre em companhia de um guia local. Um passeio mais leve é a trilha pela margem do rio (e em alguns pontos dentro dele) até a queda d’água menor, na saída do cânion. No caminho, há um desmoronamento gigantesco de rochas que chega a formar pequenas grutas e encobrir uma parte do rio. Lugar muito perigoso em dias chuvosos, com travessia de rio e possibilidades de desorientação.

Cachoeira do Vento

Situada em terras também pertencentes ao sr. Antonio Ricardo, o nome faz referência ao espetáculo proporcionado pela cachoeira: delicada devido ao pequeno volume d’água e alta (cerca de 150 metros), ela é movida pelo vento, mudando de forma o tempo todo.


Cachoeira do Vento


Além disso, varia de uma a 3 ramas dependendo da época do ano e do volume d’água. Tem boas piscinas para banho. Trilha difícil, pouco utilizada, de cerca de 4 horas (ida e volta). Deve ser feita somente na companhia de um experiente guia local.

Cachoeira do Quilombo

A 30 km de São Roque de Minas está a cachoeira cujo nome também remete ao tempo dos quilombos. É formada pelo córrego de mesmo nome que nasce no Parque Nacional. Tem mais de 100 metros de altura, 3 lances e várias piscinas naturais. Trilha pouco utilizada, em área particular e que deve ser feita somente em companhia de um guia experiente.

Cachoeira dos Rolinhos

Também conhecida como Cachoeira do Rolinho ou Rolim, é a mais alta da Canastra, com cerca de 300 metros. Fica a 40 km de São Roque de Minas e a estrada só deve ser percorrida por veículos 4 x 4.

De longe já se tem uma vista espetacular, principalmente no verão. Para chegar embaixo é preciso enfrentar uma trilha pouco utilizada de aproximadamente 2 horas. A queda se divide em várias outras na descida do paredão e há boas piscinas, tudo porém de difícil acesso. É imprescindível fazer o passeio na companhia de um guia local experiente.

O nome vem da ave com alteração do gênero: Rolinha, pequena rola, substantivo feminino. Mas a origem tem uma história mais complexa: a cachoeira teria sido batizada quando um boi carreiro morreu arrastado pelas águas. O boi se chamava "Rolim", uma corruptela de Rolinho.

Cachoeira do Fundão

Localizada em área particular a 52 km de São Roque de Minas, a cachoeira do Fundão destaca-se pela beleza do conjunto: as águas límpidas do rio Santo Antonio despencam de uma altura de 80 metros diretamente numa piscina natural de forma arredondada, que recebe sol praticamente o dia todo. Uma enorme pedra que desponta da água próximo à borda da piscina serve de trampolim. Os visitantes mais ousados podem se divertir passando por trás da cortina d'água ou nadar até a gruta ao lado, formada nos paredões da cachoeira e que serve de abrigo para andorinhas migratórias. A mata ciliar completa a cena magnífica em torno da piscina e ao longo do rio.

Para chegar à cachoeira, é preciso percorrer boa parte do Parque Nacional pela estrada principal e depois um caminho secundário não sinalizado. O percurso todo tem conservação precária, especialmente os últimos 10 km, e só deve ser feito em veículos 4 x 4. Na paisagem, de grandes vistas panorâmicas, é possível avistar animais típicos da serra, como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e o veado-campeiro.

Chegando a casa sede da fazenda, há uma trilha leve, de aproximadamente 1,5 km, até a cachoeira. Na casa, você pode encomendar uma refeição caseira, preparada por dona Helena, a dona da fazenda.

É cobrada taxa de acesso à cachoeira (R$ 3,00 por pessoa). E mais R$ 5,00 de pedágio por veículo na fazenda anterior.


Cachoeira das Lavras

Depois da Casca D’Anta, é a mais importante atração no chamado paredão sul da Canastra. Fica numa região de antigos garimpos, aos quais remete o próprio nome do rio e da cachoeira. São mais de 100 metros de queda em rampa, com boas piscinas e duchas no final. Acesso difícil e trilha que exige de 2 a 3 horas de caminhada. Exige travessia do rio e passagem por outros trechos perigosos, principalmente no verão. Imprescindível a companhia de guia local experiente.

Gruta do Tesouro

A maior e mais conhecida gruta da Canastra fica numa fazenda a 18 km de São Roque de Minas, próximo ao distrito de Sobradinho. Tem belas formações de estalactites e estalagmites, rio subterrâneo e pequena cachoeira. São quase 2 horas de visita, com trechos difíceis onde a pessoa precisa rastejar ou ficar com água até a altura do peito. Pode ser perigosa no verão, devido às chuvas que podem elevar repentinamente o nível do rio. As visitas são monitoradas pela própria família do proprietário, sr. Miguel, que aluga até lanternas. É recomendável estar acompanhado também de um guia local contratado em São Roque de Minas. Como equipamento de segurança, exija no mínimo capacete e lanternas reservas.

Desemboque

O vilarejo histórico de Desemboque pertence a Sacramento e fica no extremo oeste da Serra da Canastra, próximo à portaria 3 do Parque Nacional. É a povoação mais antiga da região e marco de toda a colonização do Brasil central. Fundado em 1743, foi sede de comarca e chegou a ter cerca de 1.500 habitantes no auge do garimpo de ouro. Fica às margens do rio das Velhas (nome dado à fase inicial do Araguari), um dos rios da Bacia do Paraná que nascem na Serra da Canastra. Da época da fundação restam duas igrejas bem conservadas onde se reuniam a classe dominante e os escravos. A construção mais imponente e de maior valor histórico é a Matriz de Nossa Senhora do Desterro do Desemboque, iniciada justamente em 1743.


Desemboque

Atualmente, o povoado tem pouco mais de 20 casas e 100 moradores. O lugar é famoso também por ser a terra natal do ator Lima Duarte.

Nota:
A classificação por graus de interesse baseia-se exclusivamente em critérios da Tamanduá Ecoturismo.

A lista de atrações acima não tem a pretensão de ser um levantamento completo das atrações da Canastra, uma região imensa e ainda pouco conhecida. Limitamo-nos a relacionar lugares abertos à visitação sobre os quais temos informações seguras e para onde o acesso é possível pelo menos com veículos 4x4. Em todos os casos, principalmente naqueles não mencionados aqui, é recomendável a contratação de um guia local para maior segurança e conforto do turista.


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